O sentimento de culpa após uma farta refeição pode ser sinal de que você precisa de ajuda.
Psicóloga da área alimentar em Brasília-DF. Transtornos Alimentares. Laudos para cirurgia bariátrica. Obesidade e emagrecimento. Agende sua Sessão: (61) 98215-0616
terça-feira, 25 de agosto de 2015
segunda-feira, 17 de agosto de 2015
A dieta em diferentes ambientes
Toda semana uma amiga minha emagrece dois quilos. Legal, né. Mas, o problema é que todo final de semana ela engorda os mesmos dois quilos novamente. O que acontece?
Existem pessoas que têm a capacidade de emagrecer durante a semana, mas ao mudar de ambiente no final de semana aquele esforço é desperdiçado. Esse é um problema comum. Muitas pessoas se liberam para comer a vontade no final de semana. Mas muitas vezes o paciente até quer manter a dieta, mas o ambiente, a rotina na qual está inserido cria as dificuldades. Seria como se durante a semana o ambiente reforçasse um comportamento positivo, a dieta, mas no final de semana o ambiente se tornasse aversivo a ela.
A questão é que nem sempre o paciente consegue evitar esses ambientes aversivos a sua dieta. É por isso que quem está fazendo uma dieta deve ter o apoio dos seus familiares e amigos. Ou pelo menos conversar com eles sobre o assunto, pois muitas vezes as pessoas mais próximas, as que deveriam ajudá-lo com a dieta, atrapalham.
Além da mudança na rotina, a maioria dos encontros sociais e familiares envolve comida. São almoços, jantares, festinhas, nos quais comer muito é sinal de aprovação do evento. No qual estar de dieta não é bem visto, e em alguns casos a dieta se torna até uma espécie de comportamento antissocial. Essa pressão social serve de justificativa para nos libertamos da dieta naquele evento, naquele dia, naquele final de semana. E em alguns casos, recuperar no final de semana o peso perdido durante a semana.
Escrevo isso para demonstrar que muitas vezes a dificuldade de emagrecer não está em encontrar a dieta certa, mas em reunir forças para não desistir dela quando as dificuldades surgirem. E para vencer essas dificuldades o paciente pode precisar de um psicólogo.
Existem pessoas que têm a capacidade de emagrecer durante a semana, mas ao mudar de ambiente no final de semana aquele esforço é desperdiçado. Esse é um problema comum. Muitas pessoas se liberam para comer a vontade no final de semana. Mas muitas vezes o paciente até quer manter a dieta, mas o ambiente, a rotina na qual está inserido cria as dificuldades. Seria como se durante a semana o ambiente reforçasse um comportamento positivo, a dieta, mas no final de semana o ambiente se tornasse aversivo a ela.
A questão é que nem sempre o paciente consegue evitar esses ambientes aversivos a sua dieta. É por isso que quem está fazendo uma dieta deve ter o apoio dos seus familiares e amigos. Ou pelo menos conversar com eles sobre o assunto, pois muitas vezes as pessoas mais próximas, as que deveriam ajudá-lo com a dieta, atrapalham.
Além da mudança na rotina, a maioria dos encontros sociais e familiares envolve comida. São almoços, jantares, festinhas, nos quais comer muito é sinal de aprovação do evento. No qual estar de dieta não é bem visto, e em alguns casos a dieta se torna até uma espécie de comportamento antissocial. Essa pressão social serve de justificativa para nos libertamos da dieta naquele evento, naquele dia, naquele final de semana. E em alguns casos, recuperar no final de semana o peso perdido durante a semana.
Escrevo isso para demonstrar que muitas vezes a dificuldade de emagrecer não está em encontrar a dieta certa, mas em reunir forças para não desistir dela quando as dificuldades surgirem. E para vencer essas dificuldades o paciente pode precisar de um psicólogo.
domingo, 9 de agosto de 2015
Acompanhamento Após a Cirurgia Bariátrica
Como psicóloga da área alimentar, muitos pacientes me procuram pela avaliação psicológica (laudo) para a cirurgia bariátrica. Mas alguns pacientes não continuam o tratamento após a cirurgia, ou só procuram ajuda após alguma complicação psicológica como uma troca de compulsão ou reganho de peso.
A cirurgia bariátrica é o momento ideal para realizar mudanças de comportamento. A própria cirurgia gera mudanças comportamentais tirando o paciente da sua zona de conforto. Ela obriga o paciente a comer menos, e isso deve ser percebido como uma possibilidade, um incentivo para mudar outros comportamentos. Um incentivo a comer mais devagar, a não ver a comida como um remédio para depressão e ansiedade, para mudar seu estilo de vida.
Para muitas pessoas é difícil romper a relação emocional que elas têm com a comida e isso pode gerar dois tipos de queixa após a cirurgia bariátrica.
A compulsão alimentar pode ser trocada por outra compulsão como alcoolismo, fumar, compras, entre outras. Quando o paciente não está psicologicamente preparado para a redução do prazer obtido na alimentação, ele pode buscar esse prazer em outras áreas de forma compulsiva. É por isso que a cirurgia é contraindicada para pessoas que fumam ou bebem demais.
A outra queixa está relacionada ao ganho de peso após a cirurgia. Alguns pacientes mantêm o vínculo emocional com a comida e se utilizam de artifícios para burlar a redução de estômago. Alimentos com poucas fibras, como doces e líquidos, praticamente não são digeridos pelo estômago, dessa forma podem ser consumidos em maior quantidade e frequência sem gerar aquela sensação de saciedade.
Após a cirurgia bariátrica, para evitar a troca de compulsão e o reganho de peso, o paciente deve continuar sendo acompanhado pela equipe multidisciplinar. Esse acompanhamento pode ser menos frequente, mas deve ocorrer regularmente inclusive com o psicólogo.
Gostou das dicas? Leia também meu Ebook sobre a Cirurgia Bariátrica.
A cirurgia bariátrica é o momento ideal para realizar mudanças de comportamento. A própria cirurgia gera mudanças comportamentais tirando o paciente da sua zona de conforto. Ela obriga o paciente a comer menos, e isso deve ser percebido como uma possibilidade, um incentivo para mudar outros comportamentos. Um incentivo a comer mais devagar, a não ver a comida como um remédio para depressão e ansiedade, para mudar seu estilo de vida.
Para muitas pessoas é difícil romper a relação emocional que elas têm com a comida e isso pode gerar dois tipos de queixa após a cirurgia bariátrica.
A compulsão alimentar pode ser trocada por outra compulsão como alcoolismo, fumar, compras, entre outras. Quando o paciente não está psicologicamente preparado para a redução do prazer obtido na alimentação, ele pode buscar esse prazer em outras áreas de forma compulsiva. É por isso que a cirurgia é contraindicada para pessoas que fumam ou bebem demais.
A outra queixa está relacionada ao ganho de peso após a cirurgia. Alguns pacientes mantêm o vínculo emocional com a comida e se utilizam de artifícios para burlar a redução de estômago. Alimentos com poucas fibras, como doces e líquidos, praticamente não são digeridos pelo estômago, dessa forma podem ser consumidos em maior quantidade e frequência sem gerar aquela sensação de saciedade.
Após a cirurgia bariátrica, para evitar a troca de compulsão e o reganho de peso, o paciente deve continuar sendo acompanhado pela equipe multidisciplinar. Esse acompanhamento pode ser menos frequente, mas deve ocorrer regularmente inclusive com o psicólogo.
Gostou das dicas? Leia também meu Ebook sobre a Cirurgia Bariátrica.
segunda-feira, 27 de julho de 2015
Indicações para a Cirurgia de Redução de Estômago
A cirurgia de redução de estômago
(bariátrica) é indicada apenas para casos clínicos específicos. Pessoas com
idades entre 16 e 65 anos que tentam perder peso a mais de 2 anos e não
conseguem. Elas devem ter IMC acima de 40, ou acima de 35 com outras doenças
associadas à obesidade.
Essas características são importantes
para garantir que a cirurgia trará benefícios para a vida do paciente, e estão
de acordo com as regras da SBCBM, do CFM e da ANS, agência que regulamenta os planos
de saúde.
Para realizar a cirurgia é
necessário não apenas ter as características recomendadas, mas também passar por
uma equipe multidisciplinar para garantir que o paciente tenha condições de realizar
a cirurgia e não se enquadre nas suas contraindicações.
No meu caso fiz a cirurgia pelo plano de saúde da Golden Cross e eles pediram a indicação do cirurgião e o laudo de 5 especialistas:
Cardiologista, Pneumologista, Endocrinologista, Nutricionista e Psicóloga.
A psicóloga prepara o paciente para as mudanças que ocorrerão na sua vida. Mudanças de hábito que serão necessárias após a cirurgia. Ela avalia se ele
compreende o que vai acontecer, e verifica se ele não tem outros vícios (como cigarro
e álcool) ou problemas psiquiátricos que não estejam sendo tratados e possam
comprometer a cirurgia.
Para os pacientes nas
circunstâncias indicadas a cirurgia bariátrica pode trazer uma significativa perda de peso, uma diminuição
das doenças associadas à obesidade e um aumento na qualidade de vida.
domingo, 19 de julho de 2015
Transtornos Alimentares
Perder peso não é fácil. Existem diversas dietas por aí, o
difícil não é encontrá-las, mas mantê-las. Eu mesma já fui a diversas
nutricionistas que me passaram excelentes dietas, de baixa caloria,
balanceadas e nutritivas, mas depois de alguns dias eu já tinha desistido delas. Não é fácil seguir uma dieta corretamente.
No meu consultório tenho encontrado diversos pacientes que utilizam
a comida como mecanismo de compensação psicológica. Como se o alimento fosse a
solução para um problema afetivo, de autoestima, ansiedade, stress... Esse impacto psicossomático pode ser o resultado de um transtorno
alimentar.
Os transtornos alimentares devem ser tratados por uma equipe multidisciplinar. São comportamentos que podem ser considerados síndromes psiquiátricas e trazem prejuízo à saúde. Alguns sinais desses transtornos são: comer escondido, comer até se sentir mal, ter sentimento de culpa por ter comido demais...
Os transtornos alimentares devem ser tratados por uma equipe multidisciplinar. São comportamentos que podem ser considerados síndromes psiquiátricas e trazem prejuízo à saúde. Alguns sinais desses transtornos são: comer escondido, comer até se sentir mal, ter sentimento de culpa por ter comido demais...
Quando o ‘comer demais’ for o sintoma de um outro problema ainda maior, é importante fazer um tratamento psicológico para enfrentar a raiz da questão.
sábado, 11 de julho de 2015
quinta-feira, 9 de julho de 2015
Página no Facebook
A minha página no Face já está pronta:
https://www.facebook.com/psicologas2015
Nela tem diversas informações sobre mim, sobre o atendimento psicológico, sobre o meu consultório na Asa Sul e o atendimento no Sudoeste.
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